Casa da Criança a (quase) mil por hora

   Passados quase um ano e três meses do início da pandemia, a Casa da Criança Marcelo Asfora voltou a ter vida ativa. Os alunos estão de volta. A cozinha funciona e exala cheiro de comida caseira. A bola é objeto que corre na quadra coberta e os livros da biblioteca passam de mão em mão. O número de matriculados permanece inalterado, 120 crianças que frequentam a CCMA em dias alternados, atendendo regras de distanciamento sanitário. Tudo parece bem até surgir uma pergunta: está faltando alguma coisa? Faltam sócios/amigos da entidade para assegurar o trabalho perfeito. Antes da pandemia eles eram 82 padrinhos. Hoje, são 59 e alguns diminuíram o valor da doação mensal, porque foram atingidos pela crise financeira que o país atravessa. 

    Atenta às necessidades, a direção da Casa da Criança está com uma campanha pelas redes sociais, buscando triplicar o número de sócio/amigo. O apelo é para que todas as pessoas de boa vontade descruzem os braços e engajem-se na tarefa de garantir um futuro melhor para essa meninada. O card diz que doar é ato de amor e não dói. Apresenta quadro sucinto da CCMA e traz endereço e telefone para contatos. Para facilitar a vida dos benfeitores, a direção informa dados bancários para depósito e formulário de associação. Só não ajuda quem não quiser ou puder.



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