Editorial

 


À espera de 2021

   O ano é 2020. Ultrapassamos pouco mais da metade dele e tem muita gente, muita mesmo, querendo apagá-lo de uma vez. Correr com o tempo. Virar a folhinha. O mundo inteiro virou refém de um vírus que se instalou no meio de nós e gerou uma crise política, sanitária, econômica e social sem precedentes. E o que estamos fazendo além de apostar na ciência? Entre outras coisas e, por absoluta necessidade, estamos nos reinventando, pensando no que temos a oferecer às pessoas. A Igreja Católica, a Paróquia de Casa Forte, em particular, é um exemplo dessa mudança. Ela adotou o formato digital para manter-se perto do seu povo e o resultado é ótimo.

      Jamais estivemos órfãos de Deus. As celebrações presenciais voltaram com pouca gente e as virtuais asseguraram espaço para um público de maior idade. Nenhum recado e assistência espiritual deixaram de ser dados. As homilias reforçaram a importância da fé e o fortalecimento da opção pelo bem contra o mal, quando ouvimos explicações sobre as parábolas do joio e do trigo, entre tantas outras. A Folha Forte Digital, com mais de 3 mil visualizações em julho, mantém-se cobrindo os feitos da comunidade. Os pais aparecem, aqui, homenageados por seus filhos. A Pastoral Familiar, para contrariar a monotonia do confinamento, vem com a bem bolada Semana Nacional da Família, que foi realizada no período de 8 a 14 de agosto. E, em cima da pandemia, fomos atrás dos curados da Covid-19, para saber deles a quem eles dirigem um: eu dou graças a ...    

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