Bloco dos recuperados levanta a bandeira da fé

Sesc RN - Eu venci a Covid-19 - 2º episódio | Facebook


O que ou quem está por trás da frieza dos números da pandemia do coronavírus?


    Com absoluta certeza: pessoas únicas que sucumbiram no meio do caminho e outras tantas, que venceram o medo, a agonia e estão, agora, contando suas histórias. Na Paróquia de Casa Forte, alguns dos recuperados atendem pelos nomes de Alejandra, Carlos Augusto, Daniel, Danielle, Fernando, Izabelle, Renato e Taynara. Eles têm entre 25 e 49 anos de idade, trabalham, são casados (exceto Tay) e têm filhos. E formam, com muito prazer, o grupo dos felizes sobreviventes da Covid-19.

    A doença chegou, para eles, entre abril e maio passado. Nenhum deles acreditou, de pronto, que estava contaminado pelo coronavírus. No primeiro momento, chamaram de virose, desarranjo intestinal ou gripe forte, o cansaço físico, a falta de ar, a tosse seca, a diarreia e a febre que apresentavam. A perda do olfato e do paladar veio em seguida. Adotaram o isolamento domiciliar rigoroso, de 10 a 15 dias. Submeteram-se aos testes sorológico e PCR e veio a confirmação: Covid de grau leve ou médio. Tomaram remédios receitados por seus médicos, entre eles, azitromicina, ivermectina, vitaminas e dipirona. E usaram, paralelamente, a fé como suporte, para acreditar na cura. Agora, é hora de agradecer.

    Renato Farias diz que “ não pode ser diferente, tenho que agradecer a Deus. A cura é uma benção divina”. Alejantra Bonilla revelou que “ pedi forças a Deus durante todo o tempo que passei doente. Quem passa por uma doença dessa se fortalece e aumenta sua fé. Também sou grata à orientação que recebi do meu irmão médico”. Danielle Caminha Soares não tem dúvida, “agradeço a Deus por passar por uma doença dessa quase sem sentir. Somos todos muito pequenos”.

    O agradecimento de Fernando Albuquerque Teixeira, Izabelle Alves Rodrigues, Carlos Augusto Gueiros, o Caito e Taynara Barros de Almeida chega de viva voz:




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